
Presas na garganta ainda estão as palavras não ditas, a raiva contida e a angústia. todos os sentimentos testados pelo ser humano, sentimentos mesquinhos misturados com sentimentos puros. Os olhos viram o que o coração se recusa a aceitar e nessas horas o cérebro já não comanda as palavras, devido à enorme vontade de gritar para fazer com que ouçam o que temos a dizer, reclamar, criticar. Todos esses seres “desumanos” tão preocupados em alimentar ainda mais o seu egoísmo, esquecem-se até das falsas juras que no passado selaram uma amizade infinita. A insegurança toma agora conta e tudo deixa de ficar natural, o medo de acreditar em falsas juras de amizade, caminham lado a lado com o receio de se entregar novamente fazendo com que seja inevitável a distância que pouco a pouco vai separando essas pessoas que um dia já se consideravam amigas.

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